quinta-feira, 27 de maio de 2010

Intuição


Nem a visão, nem o ouvido, o tato, o olfato ou o paladar podem nos revelar a verdade espiritual ou sua harmonia; por isso tal revelação só pode nos acontecer através de outra faculdade, a intuição, que atua pelo sofrimento.
O instinto que nos faz optar por aquilo que conhecemos equivale ao instinto de sobrevivência no mundo selvagem. Boa intuição dispensa informações. Nosso cérebro vê mais do que nossos olhos. Inteligência é fazer apostas, correr riscos.
Na cristalomancia, a Amazonita acalma e nos ajuda a filtrar as informações e associá-las à nossa intuição. É a pedra dos comunicadores. Traduz poder e prosperidade.

sábado, 22 de maio de 2010

Albert Einstein


"Quem decidir se colocar como juiz da Verdade e do Conhecimento é naufragado pela gargalhada dos Deuses".

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Tá sofrendo, por quê?



Alguns ensinamentos espirituais dizem que todo sofrimento é, em última análise, uma ilusão, e isso é verdade.
Acreditar simplesmente não transforma nada em verdade. Você quer sofrer para o resto da vida e permanecer dizendo que é uma ilusão? Será que essa atitude livra você do sofrimento? O que nos interessa aqui é o que podemos fazer para vivenciar essa verdade, ou seja, torná-la real em nossas vidas.


Aceita e reconheça o sofrimento dentro de você. Aceita que ele esteja ali. Não pense a respeito. Não permita que o sentimento se transforme em pensamento. Não julgue nem analise. Não se identifique com o sentimento. Esteja presente e observe o que está acontecendo dentro de você. Perceba não só o sofrimento emocional, mas também a presença "de alguém que observa", o observador silencioso. Esse´é o poder do Agora, o poder da sua própria presença consciente. Veja, então, o que acontece.

Viva o Agora, não o que já passou ou o que ainda estar pra acontecer.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Gwynn ap Nydd e os dragões mágicos


Gwynn significa "dragão vermelho", e vermelho é o dragão que atualmente figura como símbolo do condado de Somerset, da mesma forma que foi o emblema do rei Arthur e o de Gales. Na cromoterapia, o vermelho está ligado ao entusiasmo, a dominação, a sensualidade e também a agressividade, além de energizar as células. Na magia, é a cor do Sacerdócio.
Essa figura também se identifica, em antigos textos, com o Mabinogion que controla essa terra durante os meses escuros do ano, enquanto os luminosos estariam controlados, em contrapartida, por Gwythyr ap Greidyaw, representado por um dragão branco. Ambos lutaram e revelram-se nas festas de Beltane e Samhaim. Curiosamente, os dois mananciais de Glastonbury têm águas vermelhas (Chalice Well) e águas brancas (White Spring).

Em outras palavras, o discípulo passam por 12 provas em seu caminho espiritual, como parte de um desenvolvimento interno; passando por essas doze provas, o discípulo e o dragão vermelho fundi-se em único ser, tornando-se assim a figura mágica de Taliesin, o Deus da Sabedoria Primordial.


quinta-feira, 29 de abril de 2010

O Hipotálamo


Essa glândula interessa ao discípulo por representar o ponto de concentração, no tecido físico, das energias do Chackra Frontal. É na região do hipotálamo que se localiza um dos sete centros da cabeça que se abrem na iniciação. A origem do hipotálamo está ligada filogeneticamente com a Atlântida. O hipotálamo é parte do sistema límbico. Uma vez estimulado, pode agravar no homem a sensação de fome, o desejo sexual, a necessidade de segurança e de uma experiência nova. Bom, falar sobre o hipotálamo é história pra muito tempo, o desenvolvimento espiritual, seja de qualquer religião, requer disciplina e um "planejamentó" íntimo, com o seu Deus. Conhecer o seu corpo e as vias que os conectam a Divindade é o primeiro passo para o equiíbrio perfeito. O hipotálamo é extremamente sensível à mudança na irrigação sanguínea, sabendo-se disso tudo muda. Pra quem sabe ler um pingo é letra né. O primeiro passo que um Sacerdote, após seus sete anos, em dedicação com os seus Deuses, deverá saber é como usar o hipotálamo ritualisticamente, já que o hipotálamo controla as atividades viscerais de muitos órgãos, tais como o controle da temperatura, a secreção das glândulas endócrinas etc.

sábado, 24 de abril de 2010

Ritualisticamente falando



O ritual é a imitação dos cliclos reincidentes da vida, mas com um ingrediente a mais: o significado. O que para o mundo é rotina para nós é drama. Crime, culpa, expiação, salvação.


O ritual ao mesmo tempo que nos conforta com significados, tambem reitera a gratuidade do drama que no fim não significa nada, pois tudo recomeça. Mas dá outra lição também, a principal: que é preciso ir até o fim. Não importa se o que você busca no fim é a salvação da sua alma ou a confirmação de que nada significa nada, é preciso ir até o fim.


"Coisas vivas comem coisas mortos, ou semivivas, e as metabolizam para viver."

terça-feira, 20 de abril de 2010

E assim surgiram todas as coisas...




"No momento infinito, antes de tudo,
a Deusa levantou-se do Caos e deu
nascimento a Ela mesma.

Isto foi antes de qualquer coisa ter nascido,
até Ela própria. E quando separou os céus das águas,
Ela dançou sobre elas.

Conforme Ela dançava, assim aumentava Seu êxtase
e em seu êxtase Ela criou tudo o que existe.


Seus movimentos provocaram os ventos e assim
o elemento Ar nasceu e respirou, e a Deusa
nomeou a Si mesma de:
Arianrhod, Cardea e Astarte.

E faíscas saiam de seus pés conforme Ela dançava
e brilhavam como o Sol, e as estrelas se prenderam em Seus
cabelos. s cometas passavam sobre Ela e assim o elemento
Fogo nasceu e a Deusa nomeou a Si mesma de:
Sunna, Veste e Pele.


Sob os Seus pés moviam-se as águas formando ondas e assim
os rios e lagos passaram a fluir e Ela nomeou a Si mesma de:
Binah, Mari Morgaine e Lakshmi.


E procurando descansar seus pés na dança,
produziu a Terra de modo que as margens dos rios
e mares fossem os Seus pés; as terras férteis, o Seu ventre;
as montanhas, os Seus seios fartos e Seus cabelos, todas as
coisas que cresem, e a Deusa nomeou a si mesma de:


Ceriwen, Deméter e Mãe do Milho.
E Ela se tornou Aquela que é, foi e será,
nascida de Sua própria dança sagrada,
do prazer cósmico e da alegria infinita.


Ela sorriu e criou a mulher à Sua própria imagem,
para ser a Sua Sacerdotisa.
De seus elementos - Terra, Ar, Fogo e Água -
a Deusa criou o Seu Consorte para lhe dar amor,
prazer, companheirismo e para compartilhar.


A Deusa falou então aos Seus filhos:
- Eu Sou a Lua que iluminará
os seus caminhos e revelará os seus ritmos.
- Eu Sou a Dançarina e a Dança..
- Eu Me movo sem movimento.
- Eu Sou o Sol que dá calor
para germinar e crescer.
- Eu Sou tudo o que será.
-Eu Sou o vento que virá ao seu chamado
e as águas que oferecem a alegria.
-Eu Sou o Fogo
da dança da vida
e a Terra abaixo de seus pés dançantes.
- Eu dou a todas as minhas Sacerdotisas
os três aspectos que são Meus:


-Eu sou Ártemis, a Donzela dos animais
e a Virgem da caça.
- Eu sou Ísis, a Grande Mãe.
- Eu sou Ngame, a Deusa ancestral que sopra a mortalha.
-Eu serei chamada por milhões de outros nomes.
-Chamem por Mim, minhas filhas, e saibam que eu Sou
Nêmesis. Nós todas somos Donzelas, Mães e Anciãs.

-Oferecemos nossa energia criada ao espírito das mulheres que foram, ao espírito das mulheres que virão e ao espírito das mulheres que crescerão.


- E assim iremos evoluir juntos".




Mito Diânico da Criação